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HDBaseT: Mais agilidade e comodidade na sua empresa

Você provavelmente usa um cabo HDMI para fazer as transmissões de dados em salas de reunião, telas de hotéis e restaurantes, projetores, auditórios, salas de videoconferência ou salas de aula, não é mesmo? Porém, existem hoje tecnologias mais avançadas que podem entregar ainda mais qualidade nas suas transmissões de áudio e vídeo. O HDBaseT, por exemplo, é um padrão de conectividade multimídia de alta definição, que usa um único cabo de par trançado, e que é capaz de conectar todo o conteúdo multimídia de uma empresa. Isso é possível, porque o HDBaseT oferece conectividade para vários ambientes, permitindo a transmissão do conteúdo de qualquer origem para qualquer destino.  Vamos conhecer um pouco mais sobre essa tecnologia? Continue lendo esse texto!

Vantagens do HDBaseT:

Substituindo o HDMI pelo HDBaseT, o usuário ganha a possibilidade de estender o sinal de alta definição, via cabo de rede, até muito mais longe, podendo chegar a até 100 metros. Essa é uma tecnologia compatível com todos os padrões de áudio e vídeo existentes atualmente na interface HDMI 1.4 que são suportados pelo HDBaseT, numa taxa máxima de transferência de 10.2Gbps.

Outro ponto é que essa inovação permite controlar remotamente toda a conexão a partir de um ponto, isto é, o sinal a 100m de distância pode ser comandado na origem. Além disso, o usuário pode transmitir: vídeos de alta definição, faixas de áudio com qualidade extraordinária, internet de 1000 Mbps, controles diversos para interação (IR, RS232 ou Ethernet) e até energia para alimentar aparelhos a longa distância. Esta tecnologia também é conhecida no mercado como 5Play.

A transmissão de energia utiliza o mesmo conceito do PoE “Power over Ethernet” que, no HDBaseT é chamado de PoH “Power over HDBaseT” que conduz uma potência de 100W, o suficiente para alimentar dispositivos de baixo consumo, como DVD players, receptores digitais ou transmissores que utilizam a tecnologia.

Outra vantagem para quem trabalha com imagens é que, além da capacidade de transmissão de vídeos em Full HD sem compressão, essa tecnologia consegue transmitir no padrão 3D e ainda na resolução Ultra HD 4K (atingindo mais de 4.000 pixels). Isso sem falar no custo, que é bem mais acessível e de fácil instalação.

Aplicações do HDBaseT

Graças ao rico conjunto de recursos e a simplicidade na configuração e utilização de cabos LAN econômicos e populares, o HDBaseT pode ser usado em várias aplicações, incluindo teatros, estádios, aeroportos, elevadores, shoppings, sinalizações digitais, projeções corporativas, PCs industriais e aplicações médicas e militares. Empresas e lojas que precisam comandar fontes de A/V, transmitir vídeos institucionais e comunicados em múltiplos sistemas de projeções ou displays também têm grande tendência a aceitar bem a nova tecnologia.

O HDBaseT 2.0

A mais recente especificação é a HDBaseT 2.0, lançada em agosto de 2013, que converge vídeo digital full HD sem compressão, áudio, Ethernet 100BaseT, alimentação, USB e controles sobre fibra óptica, através de um único cabo LAN, por longas distâncias.

A nova norma HDBaseT 2.0 introduz o recurso HDBaseT HomePlay, que é capaz de tornar mais simples e mais rentável para os consumidores, transformar suas casas inteiras em centros de entretenimento multimídia. Essa tecnologia preenche todos os requisitos da indústria de eletrônicos de consumo, que está sempre crescendo e mudando. Trata-se de uma solução all inclusive que define um novo padrão para uma geração de conectividade digital.

Cuidados na contratação

Na internet há inúmeros tutoriais e produtos ou acessórios vendidos por empresas pouco conhecidas e sem experiência. Mas, é importante ter em mente que todo produto baseado em cabo de rede precisa ser confiável para evitar degradação e falhas de handshake no sinal digital. Ou seja, detalhes de projeto e construção devem ser respeitados segundo os parâmetros técnicos do padrão HDMI. O produto, bem como a instalação devem oferecer capacidade para altas taxas de transferência de dados pois, para um sistema trafegar conteúdo 4K, Full-HD em 3D em longas distâncias, o mesmo deve ter capacidade para 10.2Gbps. Esses e outros detalhes fazem toda a diferença na sua qualidade de transmissão, por isso, vale a pena optar por um provedor conceituado no mercado.

Quer saber mais sobre o HDBaseT e como ele pode transformar seus negócios? Entre em contato conosco!

6 passos para planejar a sinalização digital em escolas

Instituições de Ensino no mundo inteiro usam as sinalizações digitais (conhecidas também no mercado por digital signage) para alertar, informar e educar os estudantes e os colaboradores. As aplicações são várias. Por exemplo, algumas escolas usam a sinalização digital para promover eventos internos, disseminar informações importantes, atualizar o público interno sobre as novidades, divulgar alertas de emergência e instruções de segurança e também para centralizar a distribuição e produção de conteúdo. Além disso, com a presença das gerações “Y” nas escolas, a comunicação que não é digital tende a ser menos eficaz e com muito menos alcance.

Com as diversas soluções de sinalização digital disponíveis no mercado, encontrar a tecnologia ideal para a sua instituição de ensino pode ser uma tarefa árdua. Mas, dispondo de um certo tempo para pesquisar e entender as opções, garantimos que será um investimento que vale a pena. Para tal, siga os seis passos abaixo:

1.    Defina metas e objetivos

 Antes de procurar uma solução de sinalização digital, procure responder às seguintes perguntas:

  • O que a escola almeja atingir com essa solução? Pense também em escalabilidade.
  • Como você gostaria que o sistema servisse à sua escola a longo prazo? Disponibilizar uma tela com informações relevantes no hall ou no pátio da sua instituição, com certeza constitui um grande passo na evolução da comunicação interna.
  • O que essa tecnologia vai me demandar quando eu decidir expandir a estratégia de comunicação? Implantar a sinalização digital de forma fragmentada pode apresentar diversos problemas físicos e ser uma dor de cabeça futuramente. Planeje a implantação de forma holística.

2.    Defina o conteúdo de forma bem clara

O sucesso de qualquer sinalização digital começa, naturalmente, com o conteúdo. Ele precisa parecer atual, empolgante e profissional. Pense em quem vai criar esse conteúdo e como ele será apresentado. A sua instituição possui esse recurso internamente e a expertise para tal? Ou será preciso terceirizar o serviço?

Uma boa fonte de ajuda criativa e editorial pode ser encontrada entre os próprios estudantes que almejam a carreira de designer gráfico, em parceria com o departamento de arte da instituição, a equipe de comunicação e o estúdio de TV (se houver).

3.    Invista tempo na compreensão das opções disponíveis no mercado

Depois de decidir sobre o conteúdo, a escola deve considerar a infraestrutura que vá entregar exatamente o que foi planejado e estudar as opções disponíveis. Por exemplo:

  • LCD ou Plasma
  • RSS Feed
  • Vídeos ao vivo
  • Conteúdo dinâmico
  • Gestão remota

As opções são inúmeras, então invista algum tempo nessa análise.

4.    Envolva todos os stakeholders

O departamento de comunicação deve ser o primeiro a ser envolvido nessa estratégia, considerando que a sinalização digital deverá ser utilizada para relações internas e externas com a comunidade.

Outro setor que precisa ser envolvido é a administração (superintendente, reitor, diretores, setor de compras e não se esqueça de incluir a equipe de TI – Tecnologia da Informação). Inclua também o departamento de audiovisual, manutenção e segurança, corpo docente, administradores das cantinas e os membros principais do conselho escolar. A implantação da sinalização digital também envolve os gerentes de rede e banco de dados, webmasters e engenheiros de infraestrutura.

5.    Planeje como a escola irá pagar pela tecnologia 

Quando a sinalização digital é usada apenas para promover eventos internos, ela pode ser encarada como uma extravagância, principalmente nas organizações com orçamentos reduzidos e custos crescentes. No entanto, como a tecnologia pode servir também para alertas e comunicados de emergência, administradores conseguem enxergar a sinalização digital como um item obrigatório para planos de crise, especialmente nos tempos de hoje, onde os índices de violência nas escolas estão assustadoramente altos. Uma pesquisa desenvolvida pela Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) em 2014, que entrevistou 100 mil professores e diretores de escola do segundo ciclo do ensino fundamental e do ensino médio, destacou o Brasil no topo do ranking de violência nas escolas. Nesse contexto, vale considerar financiamentos públicos ou privados para patrocinar a implementação da sinalização digital na instituição e garantir maior segurança ao seu público.

Ainda que o custo da implementação seja direcionado para o orçamento de TI ou seja distribuído entre os diversos setores da organização, é preciso criar um plano de gastos e um plano de desenvolvimento do projeto. Talvez a parte mais difícil seja determinar o custo total da propriedade sobre a vida útil do sistema, incluindo licenças contínuas e atualizações.

6.    Decida como implementar a solução

Com base no seu tamanho e escopo de implantação, decida se é possível implementar a tecnologia internamente ou se será necessária a ajuda de um profissional especializado.

Alguns sistemas independentes podem ser instalados com certa facilidade. Mas, quanto mais dinâmico e complexo for o sistema, mais complicada será a implementação do mesmo e o seu gerenciamento (consequentemente, mais ajuda externa será necessária).

Você precisa de ajuda para planejar a sua solução de sinalização digital?

A Black Box oferece produtos de sinalização digital que variam desde simples “conecte e use” até soluções altamente escaláveis e sofisticadas. Se você está planejando uma grande implantação com uma rede completamente integrada, recorra a ajuda de um profissional experiente na tecnologia de digital signage. Contacte os engenheiros técnicos da Black Box ou comente abaixo.

Why yes, Virtual Appliances can help your Digital Signage Enterprise

Simplified IT operations? Check. Faster response to changing business demands? Check. Reduced power consumption? Check.

Virtualization offers something for every user. It has provided efficiencies and capabilities that were once deemed impossible when constrained within a physical world.

The architecture of today’s x86 servers allows them to run only one operating system at a time. Server virtualization unlocks the traditional one-to-one architecture of x86 servers by abstracting the operating system and applications from the physical hardware, enabling a more cost-efficient, agile, and simplified server environment.

Using server virtualization, multiple operating systems can run on a single physical server as virtual machines, each with access to the underlying server’s computing resources.

Server virtualization unleashes the potential of today’s powerful x86 servers. Most servers operate at less than 15% of capacity. Not only is this highly inefficient, it also introduces server sprawl, increased electric costs, increased cooling costs, rack capacity issues, peripheral needs, and other IT complexities that could include specialized staffing.

What is a virtual appliance?
A virtual appliance is a pre-configured virtual machine image that is ready to be run directly on a hypervisor. Virtual appliances:

  • Can be deployed in existing infrastructure under existing service level agreements.
  • Don’t have the hardware limitations imposed by traditional appliances.
  • Are easier to backup, move, and replicate.
  • Make policy compliance and auditing easier.
  • Have less security vulnerabilities and easier remediation in some cases.

Just look at these benefits
There are many reasons to use a virtual appliance. Here are some key benefits to consider:

1. Reduce Costs
Reduce hardware and operating costs by as much as 50% and energy costs by as much as 80%, saving more than $3,000 per year for each virtualized server workload.

2. Save time.
Reduce the time it takes to provision new servers by as much as 70%. Set up usually involves decompressing the virtual appliance file and loading the resulting virtual image into the virtual server. It’s that simple.

3. Improve reliability and decrease downtime.
Offices today must prepare for disaster. Should your system fail, the built-in disaster recovery of virtual appliances ensure backed up data is immediately redeployed on another virtual machine with little or no downtime.

4. Virtual appliances often run just the bare necessities.
This allows you to efficiently deliver IT services on demand – independent of hardware, operating systems, applications, or infrastructure providers.

A closer look: physical appliance vs. virtual appliance
Now it’s time to decide which solution best suites your environment – physical appliance or virtual appliance?

The following table differentiates between the two types of appliances. Understanding their differences is an important step to knowing which appliance best meets your needs.

Physical Appliance Virtual Appliance
Real hardware limitations (number of cores, amount of RAM, HDD capacity, and number of network ports). Virtually no limitation – can allocate resources dynamically from an overall pool.
Require dedicated administrative portals, user access lists, IP addresses, out of band management, and other administrative resources. Generally deployed into an environment where these resources already exist and can be leveraged.
Rely on traditional storage devices (HDD, SSD, and Flash) for backup purposes and typically require some user intervention to configure and perform. Generally connected to high availability, high reliability backup storage networks with automated mirroring performed real time.
Typically limited to a single network port and cannot perform load balancing to control availability in peak use times. Can allocate multiple NICs (Network Interface Cards) and rules for managing availability at the Hypervisor management level.
Introduces a new hardware platform and possibly a new service level agreement (SLA) for support. Leverage existing hardware and SLAs that are already in place and consistent with policies.

Virtualization applied to digital signage
Virtualization is particularly attractive for digital signage and other situations where there is limited and well defined interaction on the client side, and content management on the server side. Moving away from hardware brings more reliability, flexibility, and affordability to organizations such as airports, banks, retailers, K-12 schools, and universities that need to deliver dynamic information.

By running the digital signage content management software in a virtual environment, organizations can easily manage all of their digital signage players from a local network location or remotely. This gives organizations quick access to individual logs, schedules, content, and playlists.

Explore technology solutions
Black Box offers digital signage solutions as physical or virtual appliances – you decide which application works best for your enterprise. Their iCOMPEL digital signage solution is designed on a Linux OS. This gives you 24/7 uptime, highly recoverable storage method and file system, and minimal vulnerability to viruses, malware, and other security threats.

See Black Box’s virtual content management system for digital signage – iCOMPEL Content Commander Virtual Machine. And, check out the Black Box virtual management and monitoring system for multiple subscribers – iCOMPEL Deployment Manager Virtual Machine. Both support up to 100 subscriber units. For larger deployments, models with support for up to 500, 1000, and 1500 units are available.

Need help planning your next digital signage solution?
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Additional resources
White Paper: Roadmap to Digital Signage Success
White Paper: 7 Questions You to Need to Ask when Choosing a Signage System