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ECONOMIZE ESPAÇO, MELHORE O FLUXO DE AR E OTIMIZE O MANUSEIO DE CABOS COM O CABO SLIM-NET™ 28-AWG

A Black Box recentemente apresentou o Slim-Net, os cabos 28-AWG CAT6 e CAT6A UTP da empresa para preencher uma lacuna e oferecer melhor patching em gabinetes e racks lotados. Nos últimos anos, o cabo 28-AWG vem ganhando fãs e está se tornando uma opção popular, especialmente para os centros de dados de e salas de telecomunicações alta densidade.

Neste artigo, examinaremos as vantagens de usar o cabo Slim-Net 28-AWG e também algumas considerações de uso.

O que é o cabo 28-AWG?

É um patch cable feito com condutores mais finos de cobre trançado 28-AWG, diferente dos patch cables feitos com condutores mais grossos como 23-, 24- ou 26-AWG.  O cabo Slim-Net 28-AWG da Black Box foi projetado com condutores de cobre trançado de alta qualidade. O plugue foi especialmente projetado para proporcionar um bom ajuste nos contatos de chapa dourada do RJ-45 e para garantir um ótimo desempenho.

Aqui estão algumas das vantagens de usar o cabo Slim-Net 28-AWG.

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Vantagem 1: Economia de espaço

Com diâmetro de apenas 4,1 mm, o cabo Slim-Net 28-AWG é quase metade do tamanho de um cabo típico 24-AWG, com 5,9 mm. Isto dá a você muito espaço extra em gerenciadores de cabos e em rotas. A diferença pode ser dramática, como mostrada nesta foto de um feixe de cabos 28-AWG em comparação com um feixe de cabos 24-AWG. Quando você calcula a área física de feixes e de conexões de patching, você economiza mais de 50% em espaço em comparação com os cabos tradicionais. Isto pode causar uma diferença significativa em salas de telecomunicações e centros de dados congestionados.

Vantagem 2: Melhoria do fluxo de ar

A refrigeração é de extrema importância nos centros de dados atuais, especialmente em racks e gabinetes lotados. Os cabos Slim-Net 28-AWG realmente ajudam na refrigeração pois são muito mais finos que os cabos 24-AWG. Isto resulta em menos espaço na frente dos patch panels e de equipamentos de rede quentes, como os seletores. O espaço extra entre os cabos resulta em melhores fluxo de ar e refrigeração para os equipamentos.

Vantagem 3: Fácil manuseio

Há mais espaço entre os patch cables Slim-Net 28-AWG, por isso o cabo é mais fácil de manusear. Comparados com os cabos 24-AWG, que frequentemente são uma massa densa na frente dos equipamentos, você notará que há mais espaço para seus dedos manusearem os plugues quando fizer instalações, mudanças, adições e modificações. Você também notará que é muito mais fácil identificar as atribuições de portas nos equipamentos em função do espaço extra.

Vantagem 4: Menos gestores de cabos

Os cabos Slim-Net 28-AWG são bem menos volumosos e oferecem melhor flexibilidade do que os cabos 24-AWG. Com um raio de curvatura 70% mais apertado do que o cabo 24-AWG, você pode facilmente rotear os cabos para outros equipamentos ou para o lado sem os gestores de cabos ou com menos gestores de cabos horizontais. Em função disso, você pode reduzir o número de gestores de cabos horizontais dos quais precisa, ou até possivelmente eliminá-los completamente. Ao rotear cabos Slim-Net 28-AWG em gestores verticais, você também ganhará 50% a mais de espaço.

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Vantagem 5: Conservar o espaço dos racks

Ao eliminar os gestores de cabos horizontais, você realmente conservará um valioso espaço de rack. Considere quantas unidades de racks você pode liberar em um rack típico, possibilitando que você adicione mais equipamentos ou reserve espaço para uma futura expansão. Dependendo de suas aplicações, você pode até mesmo liberar espaço suficiente para consolidar equipamentos de dois racks em apenas um.

Vantagem 6: Grande desempenho

Os cabos Slim-Net 28-AWG da Black Box satisfazem ou excedem todas as exigências de desempenho de TIA 568-C.2, além de terem passado todos os testes. Os padrões atuais especificam os cabos 22- a 26-AWG, então os cabos 28-AWG não foram incluídos. Quando os padrões forem revisados, provavelmente incluirão os cabos 28-AWG.

Outra vantagem de usar o cabo Slim-Net 28-AWG é que os condutores mais finos realmente aumentam NEXT e PS-NEXT porque há menos cobre na capa. Um NEXT maior é ótimo em termos de desempenho de cabos. Aqui está a fórmula para desempenho de cabos: Largura de banda = NEXT – perda de inserção

Vantagem 7: PoE

Uma das perguntas mais comuns sobre o cabo Slim-Net 28-AWG é se ele é compatível com Power over Ethernet (PoE).

A resposta é um sonoro “sim”. Os cabos da Black Box são compatíveis com todos os níveis de PoE: IEEE 802.3 em PoE, 802.3 em PoE+ e o futuro 802.3 bt (PoE++). Isto torna o cabo Slim-Net uma opção mais econômica para alimentar câmeras de segurança remotas, sensores de fabricação, pontos de acesso sem fio e muito mais. A única consideração que você deve ter em mente é que, pelo fato do cabo ser menor, eles deveriam ser agrupados em pequenos feixes para contrabalançar qualquer acúmulo de calor extra e para estar em conformidade com o aumento de temperatura em 15°C, conforme descrito no TSB 184.

Vantagem 8: Preço

O cabo Slim-Net 28-AWG tem menos cobre em seus condutores e por isso custa menos que os cabos 24-/26-AWG tradicionais. Isto pode levar a economias significativas quando configurar e fizer o patching de salas de telecomunicações e centros de dados de alta densidade com centenas de cabos.

Combine opções no canal

Quando usar o cabo Slim-Net 28-AWG, você precisará reduzir um pouco o tamanho de seu canal. Por exemplo, se você tiver 90 metros de cabeamento horizontal 23-AWG, você pode passar três metros de patch cords Slim-Net em cada extremidade em vez dos tradicionais cinco metros. Isto lhe dá um canal total de 96 metros.

Não há problema em usar o cabo Slim-Net da Black Box em uma extremidade de seu canal e nosso cabo 24-AWG GigaTrue® CAT6 ou GigaBase® CAT5e premium na outra extremidade. Na verdade, isso adicionará alguns metros extra em seu canal.

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Resumo

Os cabos Slim-Net 28-AWG da Black Box são uma ótima alternativa para o cabo 24-AWG tradicional, especialmente em salas de telecomunicações e centros de dados de alta densidade, onde o espaço de rack é muito importante. O mais fino, com 4,1 mm de diâmetro é a metade do tamanho do cabo 24-AWG, então é ideal para a economia de espaço, redução de desordem e melhoria do fluxo de ar. É mais fácil de manusear, então pode-se reduzir ou eliminar a necessidade de gestores de cabos. Também é mais barato que os cabos tradicionais.

Com quase 50% a mais de espaço entre os cabos, você vai gostar de trabalhar com o cabo Slim-Net. É mais fácil colocar seus dedos entre os cabos para fazer o patching, identificar as atribuições de portas e rotear os cabos.

Garantia vitalícia

A Black Box oferece cabos Slim-Net CAT6 e CAT6A em sete cores e sete comprimentos diferentes. A empresa oferece, de forma incondicional, garantia vitalícia para os cabos e os substituirá caso apresentem falhas.  A linha completa pode ser vista aqui.

 

Cabos CAT6A oferecem melhores recursos para aplicações PoE

Cabos CAT6A, também conhecidos como CAT6 aumentados, satisfazem as exigências para taxas de transmissão de dados mais altas em longas distâncias. É um cabo sólido de cobre que oferece melhores recursos para PoE se comparado às alternativas, dando a você máxima flexibilidade, incluindo maiores tamanhos de feixe, sem o aquecimento de soluções anteriores.

O que é PoE?

PoE ou Power over Ethernet (Alimentação sobre Ethernet em português) permite a você transmitir dados e eletricidade por um único cabo CATX. Economiza dinheiro com os custos reduzidos em equipamentos e oferece a você a flexibilidade para instalar dispositivos onde forem necessários, em vez de perto da fonte de alimentação. Era comum apenas para telefones por VoIP mas agora PoE pode ser usado para alimentar uma crescente variedade de dispositivos. É uma solução ideal para pontos de acesso sem fio, montados em paredes ou tetos. É também utilizado com frequência em instalações de câmeras de segurança, as quais podem se localizar em estacionamentos, na lateral de edifícios, em espaços públicos ou em outros locais remotos. Saiba mais.

Fio sólido de cobre vs. fio rígido de cobre

Cabeamento é normalmente disponível em variedades sólidas e rígidas. O fio sólido de cobre possui condutores feitos com cobre sólido. É utilizado com frequência em aplicações horizontais, como em paredes, tetos e condutos. O cabeamento sólido é mais rígido que o fio rígido de cobre e pode transmitir sinais em longas distâncias. Outras características incluem atenuação e custos mais baixos. Uma desvantagem é a probabilidade de quebra por causa de dobragens repetitivas.

O cobre rígido possui condutores compostos de filamentos finos entrelaçados, criando um fio mais grosso. É mais flexível que o cobre sólido e pode ser usado em patch cables ou em cabos de rede mais curtos que requerem flexibilidade durante o uso. O cobre rígido resulta em alta atenuação no uso extenso em função do aquecimento, sendo melhor para usos menos intensos. É normalmente mais caro que o cobre sólido, mas é improvável que quebre, mesmo quando dobrado repetidamente.

CAT6A vs. Alternativas

O fio sólido de cobre CAT6A oferece melhor desempenho do que as alternativas. É capaz de transmitir Ethernet a 10-gigabit por uma distância de 100 metros, a qual é significativamente maior que a distância de 33-55 metros do CAT6. O cabo CAT6A oferece a transmissão da frequência da largura de banda de 500 MHz, ou o dobro da do cabeamento CAT6. Além disso, o cabo CAT6A possui melhores características de diafonia externa devido ao isolamento e ao entrelaçamento adicional mais apertado. O cabo CAT6A está disponível em bitolas de fio de 23AWG. Em comparação, o CAT6 está disponível em fio de 23-24AWG. O diâmetro aumentado do cabo CAT6A oferece redução da resistência, temperatura mais baixa e mínimo desperdício de energia. Se estiver planejando uma instalação de grande porte em um local, esteja ciente de que ocupa mais espaço.

Redes de alto desempenho dependem das soluções de cabeamento corretas para oferecer velocidade e potência onde e quando for necessário. O cabo CAT6A é considerado uma tecnologia preparada para o futuro, que pode satisfazer as necessidades na área da saúde, em instituições de ensino, no exército e muito mais. Clique para saber mais sobre o portfólio de fios sólidos de cobre CAT6A da Black Box.

HDBaseT: Mais agilidade e comodidade na sua empresa

Você provavelmente usa um cabo HDMI para fazer as transmissões de dados em salas de reunião, telas de hotéis e restaurantes, projetores, auditórios, salas de videoconferência ou salas de aula, não é mesmo? Porém, existem hoje tecnologias mais avançadas que podem entregar ainda mais qualidade nas suas transmissões de áudio e vídeo. O HDBaseT, por exemplo, é um padrão de conectividade multimídia de alta definição, que usa um único cabo de par trançado, e que é capaz de conectar todo o conteúdo multimídia de uma empresa. Isso é possível, porque o HDBaseT oferece conectividade para vários ambientes, permitindo a transmissão do conteúdo de qualquer origem para qualquer destino.  Vamos conhecer um pouco mais sobre essa tecnologia? Continue lendo esse texto!

Vantagens do HDBaseT:

Substituindo o HDMI pelo HDBaseT, o usuário ganha a possibilidade de estender o sinal de alta definição, via cabo de rede, até muito mais longe, podendo chegar a até 100 metros. Essa é uma tecnologia compatível com todos os padrões de áudio e vídeo existentes atualmente na interface HDMI 1.4 que são suportados pelo HDBaseT, numa taxa máxima de transferência de 10.2Gbps.

Outro ponto é que essa inovação permite controlar remotamente toda a conexão a partir de um ponto, isto é, o sinal a 100m de distância pode ser comandado na origem. Além disso, o usuário pode transmitir: vídeos de alta definição, faixas de áudio com qualidade extraordinária, internet de 1000 Mbps, controles diversos para interação (IR, RS232 ou Ethernet) e até energia para alimentar aparelhos a longa distância. Esta tecnologia também é conhecida no mercado como 5Play.

A transmissão de energia utiliza o mesmo conceito do PoE “Power over Ethernet” que, no HDBaseT é chamado de PoH “Power over HDBaseT” que conduz uma potência de 100W, o suficiente para alimentar dispositivos de baixo consumo, como DVD players, receptores digitais ou transmissores que utilizam a tecnologia.

Outra vantagem para quem trabalha com imagens é que, além da capacidade de transmissão de vídeos em Full HD sem compressão, essa tecnologia consegue transmitir no padrão 3D e ainda na resolução Ultra HD 4K (atingindo mais de 4.000 pixels). Isso sem falar no custo, que é bem mais acessível e de fácil instalação.

Aplicações do HDBaseT

Graças ao rico conjunto de recursos e a simplicidade na configuração e utilização de cabos LAN econômicos e populares, o HDBaseT pode ser usado em várias aplicações, incluindo teatros, estádios, aeroportos, elevadores, shoppings, sinalizações digitais, projeções corporativas, PCs industriais e aplicações médicas e militares. Empresas e lojas que precisam comandar fontes de A/V, transmitir vídeos institucionais e comunicados em múltiplos sistemas de projeções ou displays também têm grande tendência a aceitar bem a nova tecnologia.

O HDBaseT 2.0

A mais recente especificação é a HDBaseT 2.0, lançada em agosto de 2013, que converge vídeo digital full HD sem compressão, áudio, Ethernet 100BaseT, alimentação, USB e controles sobre fibra óptica, através de um único cabo LAN, por longas distâncias.

A nova norma HDBaseT 2.0 introduz o recurso HDBaseT HomePlay, que é capaz de tornar mais simples e mais rentável para os consumidores, transformar suas casas inteiras em centros de entretenimento multimídia. Essa tecnologia preenche todos os requisitos da indústria de eletrônicos de consumo, que está sempre crescendo e mudando. Trata-se de uma solução all inclusive que define um novo padrão para uma geração de conectividade digital.

Cuidados na contratação

Na internet há inúmeros tutoriais e produtos ou acessórios vendidos por empresas pouco conhecidas e sem experiência. Mas, é importante ter em mente que todo produto baseado em cabo de rede precisa ser confiável para evitar degradação e falhas de handshake no sinal digital. Ou seja, detalhes de projeto e construção devem ser respeitados segundo os parâmetros técnicos do padrão HDMI. O produto, bem como a instalação devem oferecer capacidade para altas taxas de transferência de dados pois, para um sistema trafegar conteúdo 4K, Full-HD em 3D em longas distâncias, o mesmo deve ter capacidade para 10.2Gbps. Esses e outros detalhes fazem toda a diferença na sua qualidade de transmissão, por isso, vale a pena optar por um provedor conceituado no mercado.

Quer saber mais sobre o HDBaseT e como ele pode transformar seus negócios? Entre em contato conosco!

Serviços gerenciados: Por que sua empresa deveria investir nisso

Serviços gerenciados ajudam a impulsionar o sucesso de TI favorecendo o investimento em inovação

Com a TI sendo encarada cada vez mais como parte estratégica das empresas, é preciso que ela seja capaz de oferecer alta performance e segurança com menos custos. Por isso mesmo, muitas companhias estão se voltando para os Managed Services ou Serviços Gerenciados de Data Centers terceirizados.

Tornar os ativos de TI mais eficientes, ajudando as empresas a aumentar a velocidade da entrega na aplicabilidade dos negócios é uma das missões dos serviços gerenciados. Conheça outras vantagens:

  • Minimizam os custos do legado da infraestrutura de TI de vários fornecedores
  • Promovem a adoção de novas e sofisticadas tecnologias para a continuidade dos negócios
  • Alocam recursos limitados para maximizar o impacto global sobre a organização.
  • Fazem todo o controle de falhas
  • Atuam na disponibilidade e desempenho dos sistemas para garantir o cumprimento dos acordos de nível de serviço – SLA – Service Level Agreement.

Os líderes das áreas de TI sabem que a demanda sobre os atuais sistemas, incluindo melhoria da capacidade e a adição de funcionalidades vão continuar crescendo. Terceirizando as responsabilidades de TI, os gerentes podem tirar os olhos das atividades diárias e operacionais e focar na estratégia e na liderança, investindo em inovação.

No Brasil e na América Latina, em geral, isso já está se tornando uma tendência e o serviço gerenciado que tem feito mais sucesso nas empresas é o de segurança. Estudos da Frost & Sullivan publicados no G1, informam que essa modalidade movimentou cerca de US$ 469,6 milhões na América Latina em 2013. As projeções para 2018 são de uma receita de cerca de US$ 708 milhões na região. O Brasil, líder nesse mercado, foi responsável por 50,6% do faturamento de 2013, cerca de US$ 237.6 milhões.

De fato, estudos comprovam que empresas de âmbito mundial investem 30% do orçamento de TI na modernização dos seus processos de negócio. E com isso, gastam aproximadamente 13% menos nas operações do dia a dia. Normalmente, as companhias procuram por um provedor de serviços gerenciados para dar apoio tanto à infraestrutura de TI e plataformas, quanto às suas necessidades de aplicação.

Mas, os serviços gerenciados são para minha empresa?

Você pode estar aí se perguntando: mas esse serviço é para a minha empresa? É muito provável que sim. As ofertas de serviços gerenciados contemplam uma gama variada de recursos, como por exemplo: gerenciamento de hardware, sistemas operacionais físicos e virtualizados, bancos de dados, aplicações de segurança, entre outros. Mas, antes de determinar se esse serviço se encaixa nas necessidades da sua empresa, pense nas seguintes questões:

  • Quais são os seus maiores desafios atuais? (Mão de obra, infraestrutura, aplicações, plataformas, ferramentas, segurança)
  • Qual a porcentagem de tempo que você gasta nas tarefas operacionais do dia a dia?
  • Você está avaliando cenários diferentes de implementação, como por exemplo o OPEX ou Cloud?
  • Você sente que tem expertise e um time qualificado para criar, desenvolver e apoiar a tecnologia corporativa?
  • Você já considerou terceirizar recursos ou atrair parceiros para apoiar seu time ou para gerenciar componentes específicos da sua infraestrutura de TI?
  • Você está contribuindo para a sua empresa de uma maneira estratégica ou as tarefas estão consumindo seu tempo, distraindo você do foco: levar a empresa para frente?

Ter um parceiro de serviços gerenciados pode ser a solução que você precisa para direcionar essas questões com objetividade, junto a uma equipe de expertise comprovada e estratégias de custo beneficio vantajoso, que alinham todas as necessidades corporativas. Os serviços de TI estão disponíveis em diversos níveis. Algumas companhias buscam suporte para um desafio específico, como a manutenção local, outras buscam por terceirizar toda as funções.

Fale conosco sobre as suas necessidades. A Black Box está apta a cobrir todos os aspectos da sua infraestrutura instalada, incluindo fibra óptica, cobre e sistemas legados. Usando uma rede nacional de engenheiros qualificados, podemos oferecer um atendimento local tradicional dentro de prazos acordados ou, como alternativa, podemos fornecer equipes dedicadas no local para apoiá-lo sempre que necessário. Trabalhamos com SLAs definidos, cobrindo os tempos de resposta, desempenho e resolução de falhas.

Cable basics: Shielded vs unshielded cables

One of the most obvious advantages copper offers is that it is less expensive than fiber cable and much easier to terminate in the field. The type of cable you choose depends on the environment and application.

Twisted pair cable used in networking applications typically consists of four pairs of 22–28 AWG copper wires, each covered by insulators and twisted together. There are two types of twisted pair cable, unshielded and shielded.

Shielded vs. unshielded cable

Unshielded twisted pair

This is the most widely used cable. Known as balanced twisted pair, UTP consists of twisted pairs (usually four) in a PVC or LSZH jacket. When installing UTP cable, make sure you use trained technicians. Field terminations, bend radius, pulling tension, and cinching can all loosen pair twists and degrade performance. Also take note of any sources of EMI. Choose UTP for electrically quiet environments.

Shielded twisted pair

Over the past twenty years, the need for speed in networking has driven new cabling specifications and technologies at an ever-accelerating rate. Alongside the development of each generation of Ethernet are corresponding developments in cabling technologies. Part of that development is the increased use of shielded cable. It’s becoming more common in high-speed networks, especially when it comes to minimizing ANEXT in 10-GbE runs.

Shielded cable was traditionally used to extend distances and to minimize EMI over the length of the cable run. It still is. Sources of EMI, commonly referred to as noise, include elevator motors, fluorescent lights, generators, air conditioners, and printers.

Shielded cable can be less balanced than UTP cable because of the shield. The metal sheaths in the cable need to be grounded to cancel the effect of EMI on the conductors. Shielded cable is also more expensive, less flexible, and can be more difficult to install than UTP cable because of the grounding and bonding that’s required for a good installation.

Most shielded cable is heavier and thicker than UTP, so it fills conduits quicker. Keep that in mind as you plan your cable pathways.

Types of shields.

There are a number of different types of shielded twisted pair cable and the terminology has evolved over the years.

There are two common shields: foil sheaths and metal braids. Foil gives a 100% shield while a braid provides 40% to 95% coverage because of the holes in the braid. But, a braided shield offers better overall protection because it’s denser than foil and absorbs more EMI. A braided shield also performs better at lower frequencies. Foil, being thinner, rejects less interference, but provides better protection over a wider range of frequencies. For these reasons, combination foil and braid shields are sometimes used for the best protection. Shields can surround all the twisted pairs and/or the individual twisted pairs.

Shielding acronyms

Unshielded vs. Shielded Cable
Unshielded vs. Shielded Cable

Shielding acronyms have evolved over the years after confusion as to what FTP is versus STP and S/FTP. Now, the letter for the outer shield (under the cable jacket) is noted first. The letter after the slash denotes any shield on the individual twisted pairs.

U/FTP (Unshielded/Foiled Twisted Pair). This cable does not have an overall outer shield. It does have foil shields on each of the four pairs. Formerly called FTP.

F/UTP (Foiled/Unshielded Twisted Pair). This cable has an overall foil shield surrounding all the pairs. Formerly called FTP. Here are examples of CAT6 and CAT5e F/UTP cable.

Sc/FTP (Screened/Foiled Twisted Pair). This cable features an overall braided or screened shield underneath the cable jacket. It has individual foil shields on each twisted pair. Formerly called S/FTP. Here’s an example of Sc/FTP cable.

F/FTP (Foiled/Foiled Twisted Pair). This cable features an overall foil shield underneath the cable jacket. It has individual foil shields on each twisted pair. Formerly called S/FTP.

Sc/FTP and F/FTP cables offer the best protection from external noise and ANEXT.

Additional resources

8 Advantages to choosing fiber over copper cable

White Paper CAT6A F/UTP vs. UTP: What You Need to Know

8 advantages to choosing fiber over copper cable

Fiber optic cable is one of the most popular mediums for both new cabling installations and upgrades, including backbone, horizontal, and even desktop applications. Fiber offers a number of advantages over copper.

  1. Greater bandwidth

Fiber provides more bandwidth than copper and has standardized performance up to 10 Gbps and beyond. More bandwidth means fiber can carry more information with greater fidelity than copper wire. Keep in mind that fiber speeds are dependent on the type of cable used. Single-mode fiber offers the greatest bandwidth and no bandwidth requirements.

Laser-optimized OM3 50-micron cable has an EMB of 2000 MHz/km. Laser-optimized OM4 50-micron cables has an EMB of 4700 MHz/km.

  1. Speed and distance

Because the fiber optic signal is made of light, very little signal loss occurs during transmission, and data can move at higher speeds and greater distances. Fiber does not have the 100-meter (328-ft.) distance limitation of unshielded twisted pair copper (without a booster). Fiber distances depend on the style of cable, wavelength and network. Distances can range from 550 meters (984.2 ft.) for 10-Gbps multimode and up to 40 kilometers (24.8 mi.) for single-mode cable.

  1. Security

Your data is safe with fiber cable. It doesn’t radiate signals and is extremely difficult to tap. If the cable is tapped, it’s very easy to monitor because the cable leaks light, causing the entire system to fail. If an attempt is made to break the physical security of your fiber system, you’ll know it.

Fiber networks also enable you to put all your electronics and hardware in one central location, instead of having wiring closets with equipment throughout the building.

  1. Immunity and reliability

Fiber provides extremely reliable data transmission. It’s completely immune to many environmental factors that affect copper cable. The core is made of glass, which is an insulator, so no electric current can flow through. It’s immune to electrometric interference and radio-frequency interference (EMI/RFI), crosstalk, impedance problems, and more. You can run fiber cable next to industrial equipment without worry. Fiber is also less susceptible to temperature fluctuations than copper and can be submerged in water.

  1. Design

Fiber is lightweight, thin, and more durable than copper cable. To get higher speeds using copper cable, you need to use a higher grade of cable, which typically have larger outside diameters, weight more, and take up more space in cable trays. With fiber cable, there is very little different in diameter or weight. Plus, fiber optic cable has pulling specifications that are up to 10 times greater than copper cable, depending on the specific cable. Its small size makes it easier to handle, and it takes up much less space in cabling ducts. And, fiber is easier to test than copper cable.

  1. Migration

The proliferation and lower costs of media converters are making copper to fiber migration much easier. The converters provide seamless links and enable the use of existing hardware. Fiber can be incorporated into network in planned upgrades. In addition, with the advent of 12- and 24-strand MPO cassettes, cables, and hardware, planning for future 40- and 100-GbE networks is easier.

  1. Field termination.

Although fiber is still more difficult to terminate than copper, advancements in technology have made terminating and using fiber in the field easier. Quick fusion splicers enables with auto-alignments enable fast splicing in the field. Auto-aligning pins ensure accuracy. And the use of pig-tails and pre-terminated cable make field connections quick and easy.

  1. Cost

The cost for fiber cable, components, and hardware has steadily decreased. Overall, fiber cable is more expensive than copper cable in the short run, but it may be less expensive in the long run. Fiber typically costs less to maintain, has less downtime, and requires less networking hardware. In addition, advances in field termination technology has reduced the cost of fiber installation as well.

Here are some resources if you’re interested in more information about fiber:

White Paper: Fiber Optic Technology

Video: MTP Connector Rackmount Solutions